O segredo dos Outlets de Palermo!!!

“Na minha volta”, como já dizia a minha mãe, vocês não vão precisar pagar guias ou excursões pra chegar no coração dos Outlets de Buenos Aires… Tentei a primeira, não deu certo, mas da segunda foi batata!!! 

Primeiro vem um pouco de cultura na Villa Crespo. Assim que descemos do metrô ví esse pequeno memorial e não pude deixar de registrar.

Nació en Villa Crespo el 2 de deciembre de 1905. Un argentino íntegro, que luchó por sus principios, defensor de los derechos humanos y entregó a la musica popular lo mejor de él.”

Gurruchaga, 806

Nos folders de divulgação do governo de Buenos Aires, fica a sugestão de visita ao Paseo de Compras, dizendo que as lojas foram concentradas numa mesma região da cidade, onde o desenvolvimento urbanístico foi estimulado para um maior conforto dos visitantes.

Aguirre, 865

E realmente, fica tudo concentradinho em dois ou três quarteirões. Agora é mamão com mel né meu povo?

Gurruchaga, 836

Tudo bem que os preços não são pirantes como os dos outlets americanos, mas comparando com o absurdo que pagamos aqui na terrinha… Pode ir que tá valendo! É bem mais barato.

Tudo bem que o metrô de Buenos Aires não é um primor, mas temos que dar o desconto, já lí em algum lugar que é o mais antigo da América Latina, a maior dificuldade que encontramos é que raramente uma linha se cruza com a outra.

Aguirre, 759

Mas tudo bem, pegue a B, que é a vermelha e desça na estação Malabia, você estará na Av. Corrientes, na altura aproximada do n°  5000, siga até o 5400, você estará no cruzamento da Gurruchaga com a Corrientes, pronto desvendado o mapa da mina!!! Siga a Gurruchaga até o n° 800 e pronto, chegou.

Ainda vou ficar devendo o folder digitalizado onde mostra o mapa e indica o endereço de todas as lojas da região, mas já dá pra fazer o passeio sem gastar nada mais do que um bilhete de metrô pra chegar.

AVISO: cuidado porque fui trocar uma nota de 100 pesos no guichê do metrô, achando que era um lugar mais seguro pra trocar dinheiro, já que nos táxis a recomendação é nunca fazer isso. Simplesmente o cara me deu o troco faltando 8 pesos e fez de conta que não estava entendendo o que eu estava dizendo e disse que tinha que atender o próximo da fila, pode uma coisa dessas??? Portanto, cuidado!!! Sei que é chato, mas tem que ser dito.

Estátua da Liberdade para Todos: programa GRATUITO

É isso mesmo que eu disse, Gratuito!!! 24h por dia… 7 dias por semana – YES!!! Vejam o vídeo que fiz a bordo:

                                                                                                                       

Eu sei que alguns podem achar que esse é um daqueles ´´programassos´´ de índio, mas é emocionante sim, mesmo que seja só um pouquinho piegas, não tem como deixar de vê-la ao menos uma vez na vida, se houver oportunidade vai galera… Ainda mais sem pagar nada, por favor né?

Vejam só como é fácil e tranquilo pegar o ferry para Staten Island e dar uma olhada bem de perto na Miss Liberty. Já tive pertinho dela por duas vezes, a primeira foi à noite, em um daqueles jantares a bordo de um barco chique, daqueles que as pessoas se casam, nos filmes românticos, em Nova York. E a outra foi agora em Outubro passado, pra conferir o programa grátis e trazer o resultado pra os leitores do blog: Gostei!

Pegue a linha vermelha do metrô (1) até a estação South Ferry ou a amarela (R) até a estação Whitehall/South Ferry.

Saindo você vai dar de cara com a porta do Staten Sland Ferry, é só entrar, subir as escadas, e seguir em frente até chegar na portona de vidro que fica fechada até a Barca chegar. E só abre a porta quando o povo que vinha terminar de desembarcar…

Não precisa se desesperar nem de empurra, empurra, pois o negócio é gigante e cabe gente que só vendo!

Dica do Ricardo Freire: na viagem ida pegue um lugar do lado direito da balsa, pra poder ter a visão da Miss Liberty de pertinho… Olha aí:

Lá do outro lado pode-se desembarcar e fazer uma visita ou simplesmente desembarcar, já que é obrigatório, mesmo que seja pra dar meia-volta e entrar logo depois, pra ficar esperando ai na “portona´´. O lado da estátua agora é à esquerda da balsa ok?

Não vá pagar mico de ficar lá dentro, pois já na aproximação pra atracar, o sistema de som começa a avisar que a barca tem que ser totalmente esvaziada para que o próximo embarque possa ser liberado ok?

A viagem de ida e volta dura pouco mais de uma hora e a barca passa bem pertinho da Estátua da Liberdade, e como eu já tinha visto à noite, fui durante o dia somente por conta de vocês, pra testar e passar tudo assim: mastigadinho. Olha ela fazendo média com a galera…

AIRTRAIN – do JFK pra Manhattan, baratinho, baratinho…

Na última vez que estive em NY, que foi agora em Outubro passado, utilizei o sistema do Airtrain/Metrô só pra poder falar pra vocês como funciona.

Seguinte… É a forma mais barata e mais rápida de chegar em Midtown (Port Authority) já que todo o percurso sai por U$7,25 por pessoa, que podem ser pagos com o Metrocard. Mas, é uma maratona. Quer pagar pra ver? Então lá vai tempo!!!

1 – Depois da imigração, da caça à bagagem… Assim que sair, ainda no salão do desembarque, onde fica o povo com as plaquinhas, passe pela porta giratória e vai dar de cara com os letreiros que indicam o caminho do AIRTRAIN. Não vou poder colocar foto da placa porque ficou uma bela porcaria!!!

2 – Pegue o elevador e vá até o piso da plataforma onde passa o trenzinho, e é só entrar no trem que vai no sentido da estação do metrô ou da linha trem que lhe interessa. Eu peguei o trem que ia pra estação Jamaica Train, pra depois pegar a linha azul do metrô que vai até Times Square.

Dependendo do terminal que você desembarcar, o airtrain ainda vai parar em outros terminais dentro do próprio aeroporto, pra depois poder seguir até o seu destino.

3 - Chegando em Jamaica Station foi só procurar a placa que indicava o caminho do metrô:

Ainda não tinha sido preciso pagar nada, o pagamento do airtrain será cobrado na saída pra ter acesso ao metrô, ônibus ou simplesmente pra rua. Ainda fiquei um tempo zanzando, procurando onde comprava o ticket, no aeroporto, até que uma alma boa percebeu e me explicou que eu pagava na saída. Louco né? Já livrei vocês do mico… Mas também, o aviso para pagar a “fare´´ só veio aparecer quando cheguei em Jamaica Station (dã) como vocês podem ver acima!!!

4 – Pronto! Após o pagamento dos U$5,00 da Airtrain Fare, foi só mais os U$2,50 da tarifa do metrô e bingo!!! Só continuar procurando a indicação do caminho e correr pro abraço…

Agora vem a utilidade pública:

- como você pode ver na placa, as linhas de metrô disponíveis são a azul (trem E) que vai até Midtown Manhattan via Queens, importante frisar que ela desce pro World Trade Center, então quem vai pra Upper West Side, ao chegar em Port Authority tem que trocar pelas linhas de metrô que servem aquela parte da cidade, que podem inclusive ser um dos outros dois trens da linha azul (A ou C). E quem vai pra Upper East Side desce na 53St e vai em busca da estação 51St pra pegar o trem 6 da linha verde ou pega um táxi a partir dali. Já os trens da linha marrom (J e Z) entram em Manhattan via Brooklyn, portanto, mais apropriados pra quem vai ficar naquele bairro maravilhoso ou na baixa NY.

- quem vai pra Upper Manhattan (west side) também pode pegar o Airtrain pra Howard Beach Station e pegar o trem A da linha azul, que pode até demorar um pouquinho a mais, but… você consegue chegar em Upper West Side sem trocar de metrô entendeu? Esse também entra em Manhattan pelo Brooklyn.

- site do Airtrain: http://www.panynj.gov/airports/jfk-to-from.html

Lá você pode inclusive imprimir o mapinha do Airtrain e levar no bolso! O pagamento pode ser feito com dinheiro, cartão de débito ou crédito, as máquinas dão troco de até U$17,75. Compre um metrocard pay-per-ride e coloque um crédito de U$7,25 e tudo se resolve só com isso, se a sua opção for airtrain+metrô.

Minha opinião após ter feito o teste pessoalmente é a seguinte: é a forma mais barata e também a mais rápida de se chegar em Manhattan, mas ficar carregando a bagagem, ficar trocando de trem só rola na chegada porque, geralmente, estamos com uma mala só, mas na volta se tiver comprado muita coisa, pelo menos pra mim, NEVER! E se tiver em duas pessoas, pro aeroporto, o táxi é a melhor opção.

Galerinha, se tiverem dúvidas e eu puder contribuir, não se acanhem, principalmente pra quem tá indo pela primeira vez, a coisa fica um pouco complicada, mas não tem bicho papão nenhum ok?

Bife de Chorizo literário na Av. Santa Fé…

A sugestão é minha, mas a escolha é do freguês… Na verdade são duas dicas num mesmo post e na mesma avenida ok? Uma é a livraria El Ateneo Grand Splendid, tradicionalíssima em Buenos Aires.

fonte: www.alhoeoleo.com

E a outra é uma parrila de dar gosto, alí bem pertinho, na próxima quadra. Aires Criollos, é só atravessar a rua. A primeira fica no 1860 da Avenida Santa Fé e a parrila no 1773.

Você pode comer uma boa carne vermelha, tomar um vinho…

e depois ir conhecer a livraria, que é maravilhosa, fica num antigo teatro e no palco tem um café jóia!

Metrô? Fácil, fácil!!! A linha é a D (verde) e a estação é a Pueyrredón.

Ficamos por aqui e até o próximo post!

 

Além do Último Tango em San Telmo… A FEIRA!

Olá meu povo, após uma parada prolongada na produção, estou voltando com a mochila ainda mais cheia de informações e curiosidades sobre os lugares por onde andei.

Hoje a inspiração é a Feira de San Telmo na, cada vez mais apaixonante, Buenos Aires. Se eu tivesse desistido após a decepção da primeira vez, teria deixado de conhecer muita coisa jóia! Ainda bem que insisti…

Senão vejamos, na minha opinião, se o seu passeio tiver um domingo em Buenos Aires incluído, será legal conhecer a Feira de San Telmo, que só ocorre aos domingos. Mas, para quem se interessa especialmente por antiguidades, não é nem um prato cheio, eu diria que é um Banquete!!!

Além de todo tipo de artistas populares que se encontra pelo desenrolar da caminhada, como pintores expondo ao ar livre, ou ventrilocos com suas “criaturas” ganhando vida…

 

, estátuas vivas sob o sol, como no dia em que visitei a feira. Dá uma olhada nessa figura:

Antiquários “pirantes” descortinados através das vitrines, mas quando se entra, aí então é que o bicho pega, se a pessoa for daquelas amantes, acredito de dê até um certo comichão pra gastaaaaar o dinheiro com as relíquias.

No meio do caminho, quase na esquina da defensa com a estados unidos, pare para uma água, um expresso ou um frêêêêdo… Ai, ai.

Ao alcançar a bela praça Dorrego, pronto, você está no ponto alto da feira, onde ficam montes de barracas de antiguidades. E também acontecem as apresentações da mais pura dança portenha, sob diversas nuances. A atmosfera é realmente deliciosa:

TANGO

 

MILONGA

 

“Entre outras cositas más…”

 

Pra chegar? Mamão com mel: se for de metrô, as linhas E (estação bolívar), A (estação Plaza de Mayo) e D (estação Catedral), desça e localize a Rua Defensa, ela desemboca na Plaza de Mayo, de frente pra Pirámide de Mayo. É só seguir a Defensa, em direção a San Telmo e aproveite!

Aquela dica: aproveite pra visitar a Casa Rosada antes de emaranhar-se feira adentro, pois no domingo a sede do gobierno abre as portas ao público e mais, de grátis. (Ai que raiva não?)

Façam todos, uma boa viagem!

 

CLERICOT + Pôr-do- Sol = Punta del Este

Minha gente só pra variar um pouco do tema, vou rememorar momentos de puro relax vividos em pleno calçadão do Porto em Punta del Este, ainda em fevereiro passado.

By Luiz Eugênio Neves

As pessoas se reúnem pra assistir ao espetáculo proporcionado pela beleza inconfundível da obra, do conjunto…


Sol, barcos suuuper, gente bonita pra lá e pra cá, clericot em todos os barzinhos da orla, é um programa que não se deve perder.

By Luiz Eugênio

Tem gente que leva as cadeiras de praia, ou apenas deita na grama e relaxa.

Regados à uma bebida que é a grande atração dos barzinhos que alí instalados… É simplesmente di-vi-no e chamam de CLERICOT. Uma sangria de vinho branco, com frutas tropicais e muito, muiiiiito gelo!!! E o mais legal, a mistura é feita ao vivo e em cores na frente do cliente, o que faz a festa começar antes mesmo de degustar, sintam só o drama:

 Espero que gostem!!!

National Museum of the American Indians

O Museu Nacional do Índio Americano é localizado no U.S. Custom House, projetado pelo famoso arquiteto Cass Gilbert e concluída em 1907, sendo um marco histórico nacional.

Esplendoro, o  interior do edifício, inclui uma rotunda elíptica com uma cúpula de 140 ton projetada pelo engenheiro catalão Raphael Gustavino, com murais do pintor Reginald Marsh que retratam a cidade deNew York, bem como arcos monumentais, colunas e incrustações de mármore.

abóbada

E mais:

uma das telas que faz parte da abóbada

É o décimo oitavo do museu Smithsonian Institution. É o primeiro museu nacional dedicado à preservação, exposição, estudo e da vida, línguas, literatura, história e artes de nativos americanos. As coleções abrangem todas as áreas da cultura importante das Américas, representando praticamente todas as tribos dos Estados Unidos, a maioria das pessoas do Canadá, e um número significativo de culturas da América Central e do Sul, bem como o Caribe. Cronologicamente, as coleções incluem artefatos de Paleo-Indian para arte contemporânea e artesanato. Participações do museu também inclui cinema e audiovisual coleções, arquivos em papel, e um arquivo de fotografia de mais de 300.000 imagens retratando tanto histórica e contemporânea da vida do nativo americano.

uma das quatro esculturas que adornam a fachada

Extensas coleções do museu, montado em grande parte por George Gustav Heye (1874-1957), abrangem uma vasta gama de materiais culturais, incluindo mais de 800 mil obras de significado estético, religioso, histórico e extraordinário, bem como utensílios de uso diário. E por serem tantas, as exposições são rotativas. Em Outubro de 2010 vi essa aqui:

Tours arquitetônicos: Segundas e Sextas às 13h da tarde; Quintas às 15h e duram entre 45 minutos e 01 hora.

Exibição em cartaz: INFINITY OF NATIONS (Art and History in the Collections of the National Museum of the American Indian) – Tours: segundas, terças, quintas e domingos às13h e sextas às 15h e também tem duração de 45-60min.

Entrada gratuita e funcionamento: diariamente das 10 às 17h e só fecha no 25/12.

Metrô: linha verde (trens 4 e 5 – estação bowling green) – linha amarela (trens R e W – estação Whitehall) – linha vermelha (trem 1 – estação South Ferry)

Arte Café – top secret em Upper West Side

Pessoal, já que o meu post anterior foi o sobre o Museu de História Natural, agora vou brindá-los com uma dica muuuito saborosa, pra antes ou depois da visita ao museu…

É o Arte Café, um restô super lindinho e que tem o melhor que um restaurante pode conjugar: Bom, Bonito e Barato!

http://www.artecafenyc.com/#/photos/4551862997

Foi uma gratíssima supresa, mas já fomos de caso pensado. Uma amiga, dos idos de antigamente, a Cecília, que reencontrei dias antes de ir pra Nova York, foi quem me deu a dica.

http://www.artecafenyc.com/#/photos/4551862997

A cozinha é italiana e muito saborosa, o lugar é pequeninho, mas é super cheio de personalidade sabe?

Aproveitamos pra “almojantar” depois de visitar o Metropolitan Museum, atravessar o Central Park, ver o Dakota Building, símbolo da trágica lembrança do assassinato do meu grande e eterno Beatle, John Lennon. O Dakota fica na W 72st, sob o número 01, pois que, está de frente para o Central Park.

Essa fui eu quem tirou, vou procurar uma do Luiz....

Agora vem o melhor: As comidinhas! Só não deu tempo de tirar as fotos das saladas, que serviram de entrada… Quando lembrei,  já tínhamos posto tudo pra dentro.

Rigatoni Siciliana eggplant, tomato, basil and ricotta salata

O Arte Café trabalha com menus de preço fixo, de segunda a sexta (12 às 16h) paga-se U$12,95 pra almoçar.

E U$14,95 pelo menu de preço fixo pra jantar, sendo uma opção de entrada (Appetizer), o prato principal (Entrée Choice) e uma sobremesa, que pode ser um sorbeto ou tiramisu.

Special Information: eles aceitam que se leve a própria garrafa de vinho, assim você pode escolher o que mais lhe apetecer e convier, obviamente. Detalhe: apenas cobram a rolha (uma taxa fixa) de U$15. Assim, você pode tomar um bom vinho, comer uma bela massa e não precisa ficar lavando os pratos! Vamo lá pessoal, senso de humor né?

Linguine Alle Vongole manila clams. cherry tomatoes, garlic and olive oil

Endereço: fica no n° 106 da W73th Street (entre as Columbus & Amsterdam Avenues)

Metrô: linha vermelha (trens 1, 2 e 3)/ estação 72St;

American Museum of Natural History

Até que enfim um post novo, depois de toda essa trabalheira de transferência de conteúdo, aprender os meandros de um novo editor… Vamos começar a brincar de gente grande! Agora sou .COM!!!

Vou tentar colocar uma foto de cada Hall que visitei, mas obviamente que vai ficar faltando o mundo todo, já que o museu ocupa nada menos do que quatro quarteirões, e tem o maior acervo de ciência natural do mundo.

SALÃO AKELEY DE MAMÍFEROS AFRICANOS

 

POVOS AFRICANOS

 

PÁSSAROS DO MUNDO

 

MÉXICO E AMÉRICA CENTRAL

 

GALERIA 4 – DINOSSAUROS SÁURIOS

 

Isso mesmo! São eles, os protagonistas de “Uma Noite no Museu”.


                                                                                                                                                              Ah! Ainda tem o Rose Center for Earth and Space, onde estão o Big Bang Theather; o Hall of the Universe e o Hall of Planet Earth, onde tem várias partes de vulcões em exibição, é uma coisa indescritível, muito legal mesmo!

 

Veja o vídeo que fiz do Hall of Planet Earth, publicado no youtube

 

Agora vêm as informações de Utilidade Pública:

Para quem não tem o dia todo pra ficar lá, o que geralmente acontece, já que as viagens pra Nova York sempre acabam sendo curtas, pode acontecer de ser tanta informação, daí vem aquele afã de ver tudo e acaba-se por ver menos do que podia. Se você quiser descobrir do seu jeito, aqui você tem o link da planta baixa do museo em português http://www.amnh.org/exhibitions/floorplan/pdfs/portuguese.pdf coisa que já pode ser “uma mão na roda” não é mesmo?

Pois bem, pra ajudar um pouco na organização das idéias, o museu oferece os Highlights Tours, que seria, digamos, os “pontos altos” do museu, considerando o senso comum, é claro. Em inglês, ocorrem todos os dias, a partir das 10:15 às 15:15, de hora em hora. Eles também oferecem o os Highlights Tours em línguas estrangeiras, e o calendário é publicado no site, bimestralmente, acredito. Segue o link: http://www.amnh.org/visitors/public_tours.php .

Já os Spotlight Tours, também gratuitos, são direcionados a um determinado Hall ou tema específico. Os horários variam e deve-se procurar informações no balcão de entrada. Todos os tours começam na entrada do Akeley Hall of African Mammals, segundo andar.

Entradas: o Museu de História Natural, assim como o MET, trabalha com o valor sugerido, ou seja, o valor de U$19 para adultos, é uma sugestão, você pode entregar um dólar e o(a) atendente vai disponibilizar o ticket da mesma maneira que se você tivesse dado mais do que os dezenove sugeridos, pois é, pode-se variar o valor tanto pra mais quanto pra menos. Mas, se você quiser assistir alguma exibição especial, o valor é pago por fora e integralmente.

Localização: Central Park West, at 79th Street (metrô – linha laranja, trem B, estação 81St/ linha azul, trem C, estação 81St/ linha vermelha,  trem 1, estação 79St – preferencialmente as linhas laranja e azul)

Funcionamento: aberto diariamente, das 10 às 17:45h, fechando apenas no dia de ação de graças e no natal.

“Bônus tracks”: De segundas à sextas, das 13 às 17:00h e aos sábados e domingos das 10 às 17:00h, pessoas especializadas ficam disponíveis para explanações.

Fossil Explainers – no 4° andar, identificados por um adesivo/botão vermelho,  pessoas do staff ficam disponíveis para responder questões acerca de fósseis e paleontologia;

Earth and Space Explainers – identificados por um adesivo/botão lilás,  pessoas do staff do Rose Center and the Meteorites, Minerals & Gem Halls ficam disponíveis para responder questões sobre astrofísica e geologia.

SOHO – Fechando os olhos dá até pra sentir o cheiro…

Já tem alguns dias que venho pensando em como colocar os assuntos de maneira a facilitar a vida de quem procura informações na rede. Em alguns casos vou procurar fazer roteiros mesmo, mas também vou oferecer algumas doses homeopáticas ok?

Neste post sobre o SOHO, na verdade vou colocar mais imagens do que palavras e é certo que vocês vão entender.

O SOHO é um lugar chiquérrimo, maravilhoso pra passear, despreocupadamente, apenas sentindo o clima do lugar…


A arquitetura bem característica, com prédios erguidos em ferro fundido, vem dos tempos em que a região abrigava fábricas e depósitos. Depois da revitalização ficou um deslumbre só.


O SOHO abriga, nos dias de hoje, várias lojas de grifes famosas e uma galeria de arte atrás da outra.


A West Broadway, entre a Prince e a Broome, é como uma galeria à céu aberto, onde as pessoas expõem seus produtos pelas calçadas, em bancas como numa feirinha incidental.


Já a Broadway está mais pra Oscar Freire, sabe aquela dos jardins, onde também não se pode deixar de passear, ao menos…


A Greene e a Mercer são mais calmas, e ainda têm calçamento de pedra…


E pro final da tarde, talvez um arroz doce no Rice to Richies caia muito bem… O lugar é super bem avaliado e vive lotado, certa madrugada passando em frente não dava nem pra acreditar a quantidade de gente se deliciando!